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Dr. Vania Hungria
07.21.01

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Olá Doutora, adorei sua entrevista hoje na CNT TV!

Minha irmã Soraia tem MM, com 46 anos iniciou os sintomas e levou de março a setembro de 2010 pra ser descoberto com exames, fazendo biópsia por diversos órgãos do abdômen, e o diagnóstico inicial era possível CA de ovário com metástase de fígado e ossos, com grave anemia, com 1,9 de hematócritos.
Tinha muitos vômitos, dores na coluna com lesões nos arcos costais e coluna toda, exceto braços, pernas e cabeça!

Após diversas biópsias, tudo dava negativo. Então após transfusão de sangue por 3x e sem melhora, o hematologista descobriu por Mielograma na bacia que era MM.
Fez por 6 meses tratamento com cortisona, ciclofosfamida por via oral, e a Talidomida. Seguiu então para a coleta de células tronco na femural, QT por 2 dias e no terceiro dia o transplante autólogo por veia subclávia.

Está na fase das vacinas infantis agora, passando super bem, sem dores, graças a Deus.

* Só não entendemos o porque dos cabelos nascerem muito enroladinhos, aconteceu com ela assim como com o Giannechini. Poderia explicar isso?
* Outra coisa, a Talidomida passou a ser usada após transplante, meio comprimido e causando formigamento na ponta dos dedos das mãos e pés. O médico suspendeu a Talidomida, pois disse ser irreversível esse formigamento. Poderia explicar por que acontece isso? Há o lado negativo da doença voltar mais cedo se parar a Talidomida?


Grande abraço e obrigada

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